O povo nas ruas reinvidica mudanças na estrutura social e política do país.

Informações e opiniões diversas sobre o Equador


Não deixem de dar um olhada na seção que recolhe algumas caricaturas que o dono do pedaço vem realizando esporadicamente e que foram publicadas em diversas publicações.


Monopolios mediáticos

En una entrevista en Expreso (y viva la web!),  Roberto Manciati, presidente de la AER, dice, sin inmutarse, que no existe monopolio mediático en el Ecuador. Y trae a colación el ejemplo de las radios, que estarían en manos de más de 700 familias. Claro, llevó la argumentación para un campo en que todavía podía apuntar números. Sabemos que hay diversas radios esparcidas por todos los cantones del país, pero hay que ver su alcance. Serán contadas las que tienen alcance nacional, y así peso en la opinión pública, que es de eso que se trata. De la televisión evitó tratar, mientras pudo. Y de periódicos menos aún, porque no es campo de su representación.
No se puede olvidar que cuando se habla de monopolios informativos se está refiriéndose a este peso e influencia en la opinión pública, principalmente. Y son contados los medios que llegan a tanto, en manos de restrictas familias.
Tanto es así en el Ecuador, como en Brasil, y en éste la concentración es peor, es mayor.
Tergiversar es un arte.

Acompanhando os processos equatorianos

O Equador nos últimos anos está vivendo um processo de mudança e reformas, que o governo de Rafael Correa chama de Revolución ciudadana, que é bom acompanhar. Como toda ação política, a problemática do país é polêmica, com posicionamentos diversos dos sujeitos e agentes sociais e políticos, em que muitos que estão perdendo espaço lutam para não submergir no limbo da história. O país vem superando situações de instabilidade política que o levou, recentemente, a trocar de presidentes em curto espaço de tempo, impossibilitados de terminarem seus mandatos, porque a nação se levantava contra seus desmandos, incompetência e corrupção.

Para fazer um acompanhamento das questões equatorianas, criamos em nossa página uma seção dedicada ao país, em que devemos divulgar informações, análises e opiniões sobre o país. 



O que se perdeu de Junho

Aquela juventude de Junho ou das escolas ocupadas foi quem melhor deu seguimento ao que aconteceu em 2013. Foram os que não se renderam ao jogo macropolítico, às disputas em torno do poder do estado, à escolha do melhor gerente para a crise de todos os dias e que vai piorar. Foram os que não se resignaram ao papel de espectador de um teatro ou, na melhor das hipóteses, seus comentadores mais ou menos histéricos. Renan Porto, poeta e ensaísta, na Rede Universidade Nômade.


O continente desconhecido da esquerda

No projetado caminho da prosperidade embutida na ideia de uma “nova classe média”, a esquerda se chocou com um continente desconhecido, que finalmente chacoalhou os cálculos e certezas. Mas encarou mal a “descoberta”.  Bruno Cava, no Quadrado dos Loucos.


Entrevista especial com Giuseppe Cocco

'O levante de junho: uma potentíssima bifurcação dentro da qual ainda estamos'

Todas as “máscaras do Estado já caíram. Hoje, segundo Giuseppe Cocco, não temos um Estado de Direito, mas um Estado de Polícia, de repressão e perda das liberdades democráticas. Entrevista ao Instituto Humanitas Unisinos on-line.


Irrupção, fim de ciclo e interregno

Embora não se saiba no que vai resultar, a expectativa geral é a de que nada mais possa ficar como era antes. Tudo acontece como se vivêssemos, sem que nada tenha se deslocado de lugar, uma nova época na qual vicejam embriões de grandes transformações. Léo Lince, no Correio da Cidadania.


Alguns vídeos daqueles dias

As manifestações de junho foram extensamente filmadas e transmitidas, utilizando-se de todos os recursos disponíveis, precários ou não. O que importava era a expressão do que acontecia e de toda aquela indignação que tomava conta das ruas. Veja alguns desses vídeos.


O Black Bloc está na rua

Black Bloc foi o termo surgido de forma confusa na imprensa nacional. Seriam jovens anarquistas anticapitalistas e antiglobalização, cujo lema passa por destruir a propriedade de grandes corporações e enfrentar a polícia. Piero Locatelli, Willian Vieira, na Carta Capital.


‘Descontentamento monumental faz emergir era de rebeliões no Brasil’

Valéria Nader e Gabriel Brito, do Correio da Cidadania, entrevistaram mais uma vez Ricardo Antunes, sociólogo do mundo do trabalho, desta vez a respeito as manifestações de junho  e suas repercussões e alcance, e o governo Dilma frente a isso. A entrevista é apresentada em duas partes.


O que o Brasil pode aprender com o movimento 15M

São inúmeras as iniciativas surgidas dos Indignados da Espanha, e o modo de pensar e se relacionar com a política no país já começa a se transformar em todos os níveis. Bernardo Gutiérrez, na Revista Fórum.


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