
Desde 1999 este sítio vem sendo construido, uma obra que nunca termina. Arrumamos uma cerca hoje aqui, amanhã capinamos perto das mangueiras, sempre programando ajeitar o poleiro das galinhas. Levantamos novos currais para nossos bodes. Limpamos o riachuelo que corre no fundo. Nunca jogamos nada fora, vamos guardando umas madeiras aqui, uns papiros ali, um pedaço de papel, uma caixa de papelão cheia de bugigangas. É um nunca acabar de tarefas. A casa tem que ficar mais ou menos apresentável para as esporádicas visitas. E o sítio, com seus entulhos, se transforma em espaço da memória. Até parece que vamos descobrir, algum dia, a internet. Aqui está a nova pintura de nossas paredes velhas, a tinta está fresca e temos que dar ainda outras pinceladas.
A ciência adquiriu imprescindível centralidade e peso na modernidade, e saber lidar com ela, acompanhar sua trajetória e contribuições é desafio constante. A constituição de uma cultura científica passa, de alguma maneira, pelos meios de comunicação e cultura e outras formas de divulgação científica, que contribuem, ou devem contribuir, para a popularização do conhecimento científico e tecnológico, com suas implicações estratégicas para o desenvolvimento nacional e melhoria da qualidade de vida dos cidadãos.